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hace 1 mes
A ciência tentou suprimir este conhecimento

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hace 1 mes, 1 semana

A relação entre os ciclos solares, o Ano Shemitá e as grandes crises mundiais é um tema frequentemente explorado em estudos históricos, econômicos e até proféticos. Vamos analisar como esses elementos podem estar conectados.

1. O Ciclo Solar e sua Influência na Economia

O ciclo solar dura aproximadamente 11 anos, afetando a atividade das manchas solares, tempestades solares e, potencialmente, o comportamento humano e econômico.

Ciclo Solar Alto (máximo solar): Maior atividade de manchas solares, impacto em comunicações e energia, aumento na volatilidade econômica.

Ciclo Solar Baixo (mínimo solar): Menos atividade solar, menor crescimento econômico, recessões mais prováveis.

Exemplo:

O Ciclo Solar 24 (2008-2019) coincidiu com a crise financeira de 2008 e a recuperação instável.

O Ciclo Solar 25 (2020-2031) começou próximo à pandemia de COVID-19 e a recessão de 2020.

2. O Ano Shemitá e as Crises Econômicas

O Ano Shemitá ocorre a cada 7 anos, e muitos pesquisadores apontam que grandes crises financeiras coincidem com esse ciclo.

Aqui estão algumas crises econômicas e o Ano Shemitá correspondente:

Ano Shemitá/ Evento Econômico

1916-1917 Primeira Guerra Mundial intensifica, queda dos mercados.

1930-1931 Grande Depressão
piora.

1937-1938 Nova crise no meio da Grande Depressão.

1944-1945 Fim da Segunda Guerra Mundial, Bretton Woods define novo sistema monetário.

1972-1973 Colapso do padrão ouro, crise do petróleo.

1986-1987 Crise da Bolsa de 1987 (Black Monday).

1993-1994 Crise dos mercados emergentes, crise do México (Efeito Tequila).

2000-2001 Estouro da bolha das pontocom, 11 de setembro, recessão.

2007-2008 Crise financeira global, colapso do Lehman Brothers.

2014-2015 Crise da China, colapso do petróleo, desvalorização do real.

2021-2022 Pandemia de COVID-19, crise inflacionária global.

Observa-se um padrão de crises coincidindo com os anos Shemitá ou logo após.

3. A Conexão Entre os Ciclos Solares, o Shemitá e as Crises

A sobreposição dos ciclos solares com os anos Shemitá pode amplificar as crises. Quando os dois coincidem, há maior probabilidade de turbulência econômica.

Exemplos:

O Shemitá de 2007-2008 coincidiu com um mínimo solar e trouxe a maior crise financeira desde 1929.

O Shemitá de 2014-2015 ocorreu perto do Ciclo Solar 24, resultando em quedas no mercado e crises emergentes.

O Shemitá de 2021-2022 coincidiu com o início do Ciclo Solar 25, trazendo a crise inflacionária global e guerra na Ucrânia.

4. O Que Esperar para o Próximo Shemitá em 2028-2029?

O próximo Ano Shemitá (2028-2029) ocorrerá no meio do Ciclo Solar 25, perto do próximo máximo solar.

Isso sugere:

Alta volatilidade nos mercados.
Possível crise financeira global.
Riscos geopolíticos e desastres naturais mais intensos.

Se a tendência histórica se repetir, podemos esperar um grande evento econômico nessa época.

Conclusão: Um Padrão Real ou Coincidência?

O Ano Shemitá parece estar ligado a grandes crises financeiras.

Os ciclos solares afetam a economia e podem amplificar essas crises.

A coincidência dos dois eventos aumenta a probabilidade de turbulências.

Independentemente da causa exata, entender esses padrões pode ajudar a antecipar e mitigar riscos financeiros.

Créditos: ConspiraLink

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hace 1 mes, 1 semana

O LATIM

Conhecimento e Sabedoria.

O latim é uma língua antiga que se originou na região do Lácio, na Itália, por volta do século VII a.C. Os romanos expandiram o uso do latim pela Europa Ocidental e Oriental durante o Império Romano, que durou de 27 a.C. a 476 d.C.

O latim era a língua da política, da cultura, da religião e da ciência nesse período.
O latim clássico era a forma padrão e culta do latim, usada pelos escritores, filósofos e oradores mais famosos, como Cícero, Virgílio, Horácio e Ovídio.

O latim clássico tinha uma gramática complexa, com cinco declinações, seis casos, três gêneros, três números, quatro conjugações e seis tempos verbais. O latim clássico era escrito em um alfabeto de 23 letras, derivado do alfabeto etrusco, que por sua vez era derivado do alfabeto grego.

O latim vulgar era a forma popular e coloquial do latim, usada pelo povo comum, pelos soldados, pelos comerciantes e pelos camponeses. O latim vulgar tinha uma gramática mais simples, com menos declinações, casos e conjugações. O latim vulgar era influenciado pelas línguas locais dos povos conquistados pelos romanos, como os celtas, os germânicos, os gregos e os árabes.

O latim vulgar era transmitido oralmente e raramente era escrito.
Com a queda do Império Romano, o latim deixou de ser a língua dominante na Europa e começou a se fragmentar em diferentes dialetos regionais. Esses dialetos evoluíram gradualmente para as línguas românicas, como o português, o espanhol, o francês, o italiano e o romeno.

Essas línguas mantiveram muitas palavras, expressões e estruturas do latim, mas também incorporaram elementos de outras línguas, como o germânico, o árabe e o eslavo.

O latim, porém, não desapareceu completamente. Ele continuou sendo usado como a língua oficial da Igreja Católica, que tinha uma grande influência na Europa medieval e moderna.

O latim também era a língua da educação, da ciência, da filosofia e da literatura nessa época. Muitos autores renomados, como Dante, Petrarca, Erasmo, Newton e Descartes, escreveram suas obras em latim ou se inspiraram na literatura latina.
Hoje em dia, o latim é considerado uma língua morta, pois não tem mais falantes nativos e não é usado como língua de comunicação cotidiana.

No entanto, o latim ainda tem uma grande importância histórica, cultural e acadêmica. Ele é estudado por pesquisadores, estudantes e curiosos que querem conhecer melhor a origem e a evolução das línguas e das culturas ocidentais. Ele também é usado em algumas áreas específicas, como a medicina, a biologia, a botânica, a zoologia, a teologia, a jurisprudência e a heráldica.

O latim é uma língua que marcou profundamente a história da humanidade e que ainda nos fascina e nos desafia com sua beleza, sua complexidade e seu legado.

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hace 3 meses, 2 semanas
Vivemos dentro de uma Matrix, dentro …

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https://youtu.be/ByyT1jK19wo?si=F73RBCkjfvVwON5E

hace 3 meses, 3 semanas

O Timeu de Platão afirma que os atlantes se tornaram um povo ambicioso e orgulhoso que tentou se expandir por toda a Europa e Ásia. Quando foram derrotados pelos antigos atenienses, os deuses decidiram puni-los, mas a história termina quando Zeus está decidindo qual será o preço a pagar.

Posteriormente, por causa de um sismo incomensurável e de um dilúvio que sobreveio num só dia e numa noite terríveis, toda a vossa classe guerreira foi de uma só vez engolida pela terra, e a ilha da Atlântida desapareceu da mesma maneira, afundada no mar. É por isso que nesse local o oceano é intransitável e imperscrutável, em virtude da lama que aí existe em grande quantidade e da pouca profundidade provocada pela ilha que submergiu.”

O céu se abriu. O próprio rio Styx choveu sobre a terra quando se partiu. Seu poderio militar era inútil agora, nem sua sabedoria ou riqueza. Navios colidiram com as ondas e se despedaçaram quando relâmpagos do céu derrubaram templos, casas e palácios. Poseidon, seu pai, os abandonou. Zeus os desprezava e estava descarregando sobre eles toda a ira do Monte Olimpo. Quando a própria terra cuspiu fogo, cobrindo tudo com uma nuvem negra, e a água começou a subir, eles entenderam. Esse foi o fim da Atlântida.

hace 3 meses, 3 semanas

O FIM DA ATLÂNTIDA

Nos textos de Platão, Timeu e Critias. Nesses diálogos do século IV aC, é descrita a guerra entre a Atenas pré-helênica e a civilização atlante.

Crítias: Primeiro que tudo, recordemos o principal: passaram nove mil anos desde a referida guerra entre os que habitavam além das Colunas de Héracles.

Atlântida é descrita como uma ilha localizada além dos Pilares de Hércules e "maior que a Líbia e a Ásia Menor juntas". Seu poder era tal que chegou a dominar toda a Europa e o norte da África até ser derrotado pelos exércitos atenienses. Depois disso, um cataclismo colossal o fez desaparecer "em um único dia e uma noite terrível" isso obrigou os atlantes e os humanos nativos da Terra a se refugiarem em montanhas e cavernas subterrâneas.

Os atlantes eram descritos como homens e mulheres perfeitos, ao estilo de semideuses como Hércules ou Perseu. As melhores qualidades físicas e intelectuais fariam deles uma civilização muito poderosa.

O nome da Atlântida vem do grego antigo 'Ἀτλαντίς νῆσος', que significa literalmente 'ilha do Atlas'. O texto em que ele é mencionado, o Crítias de Platão, refere-se a Atlas como o primeiro rei da Atlântida, filho de Poseidon e do mortal Cleito. Como o primogênito de dez irmãos, cinco pares de gêmeos, ele recebeu a maior e mais próspera ilha para governar como rei.

“Há no Egito – começou Crítias –, no extremo inferior do Delta, em redor da zona onde se divide a corrente do Nilo, uma região chamada Saiticos; e da maior cidade dessa região, Sais – (…).Dizia Sólon que, enquanto por ali andou, era muitíssimo respeitado por eles, e que, a certa altura, ao questionar os sacerdotes mais versados sobre acontecimentos antigos, descobriu que nem ele nem nenhum outro grego sabia, por assim dizer, quase nada sobre aquele assunto. (…)

Foi então que um dos sacerdotes já de muita idade lhe disse: “Ó Sólon, vós, Gregos, sois todos umas crianças; não há um grego que seja velho”.

Ouvindo tais palavras, Sólon indagou: “O que queres dizer com isso?” “Quanto à alma, sois todos novos – disse ele. Em todo o caso, as genealogias sobre as figuras de que acabas de nos falar diferem em pouco dos contos para crianças, pois eles recuperam apenas um único dilúvio na terra, ao passo que houve muitos antes desse. (…).

Sólon disse ter ficado surpreendido pelo que tinha ouvido e absolutamente desejoso de pedir aos sacerdotes que discorressem com pormenor e exatidão sobre tudo o que soubessem acerca dos seus concidadãos de outrora. Os nossos escritos referem como a vossa cidade um dia extinguiu uma potência que marchava insolente em toda a Europa e na Ásia, depois de ter partido do Oceano Atlântico.

Em tempos, este mar podia ser atravessado, pois havia uma ilha junto ao estreito a que vós chamais Colunas de Héracles – como vós dizeis; ilha essa que era maior do que a Líbia e a Ásia juntas, a partir da qual havia um acesso para os homens daquele tempo irem às outras ilhas, e destas ilhas iam diretamente para todo o território continental que se encontrava diante delas e rodeava o verdadeiro oceano. De fato, aquilo que está aquém do estreito de que falamos parece um porto com uma entrada apertada. No lado de lá é que está o verdadeiro mar e é a terra que o rodeia por completo que deve ser chamada com absoluta exatidão “continente”.

Nesta ilha, a Atlântida, havia uma enorme confederação de reis com uma autoridade admirável que dominava toda a ilha, bem como várias outras ilhas e algumas partes do continente; além desses, dominavam ainda alguns locais aquém da desembocadura: desde a Líbia ao Egito e, na Europa, até à Tirrénia. Esta potência tentou, toda unida, escravizar com uma só ofensiva toda a vossa região, a nossa e também todos os locais aquém do estreito. Foi nessa altura, que, pela valentia e pela força, se revelou a todos os homens o poderio da vossa cidade, pois sobrepôs-se a todos em coragem e nas artes da guerra, quando liderou o exército grego e, depois, quando foi deixada à sua própria mercê, por força da desistência dos outros povos e correu riscos extremos.

hace 6 meses, 2 semanas

Parte 2 da super série hoje às 17 horas, NÃO PERCA!

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